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July 22 INVESTINDO NA INVESTIDA - PARTE IOs eventos a seguir ocorrem durante uma fatídica tarde de sábado.
Era 15 de Dezembro de 2007 e eu estava enternado (não é IN, é ENTERNADO mesmo porque eu estava de terno, entendeu o trocadilho?) na loja da minha mãe aguardando meu amigo Junião passar para me pegar e irmos para o casamento do primo dele (até então nosso vizinho) onde seríamos inclusive padrinhos. Eu estava impaciente por ter ligado e acabado de saber que ele demoraria ainda uns 40 minutos para chegar sendo que marcamos a pelo menos meia hora antes dessa ligação. Então, entrou pela porta aquela baixinha de nome Jéssica e após o "OI" provido de sua boca composta por um sorriso maravilho me fez a seguinte pergunta:
"Está de bobeira aí?"
Seguindo minha personalidade humorística (coitado de mim) acabei respondendo que "Não, não estou de você". Ela ficou vermelha, acredito que mais de raiva do que de vergonha. Mas com aquele meu jeitinho meigo e carismático (coitado de mim de novo) contornei a situação. Enfim ela revelou o porque da pergunta dizendo que queria que eu fosse com ela na locadora (uma pausa para nossos anunciantes. Renata Vídeo - Quarta Maluca - Locação por R$ 1,99 - Não Percam). E lá fomos nós, eu e ela, juntinhos, um casal de solteiros (se é que isso é possível) adentrando ao recinto cheio de filmes.
Conversa vai, conversa vem, ela me pediu palpites sobre o que assistir. Perguntei qual gênero e ela disse "TERROR". Pronto, levantaram a bola dentro da pequena área para eu chutar e marcar o gol ... mas não o fiz. Nessa hora, todos os homens que estivessem "paquerando" uma mulher diria algo do tipo: "Mas quem irá segurar sua mão na hora em que você tiver medo?" (concordam comigo?) Pois bem, eu não fiz assim, indiquei um filme chamado Stigmata (é assim que se escreve?) e expliquei que não era bem um terror, mas o suspense valeria a pena. Mas não pensem que sou besta também né? (ta bom, pensem mas não me digam). Rolou aquela troca de olhares, carinha de “óh meus Deus, como você é linda” e em determinado momento que indiquei outro filme perguntei para a baixinha encantadora de olhos verdes: "Mas se eu não vou assistir junto com você, porque o meu palpite é tão importante?" (mandei bem fala aí? Não? Putz, achei que tivesse)
Após uns 2 segundos de silêncio ela disse que eu até poderia assistir com ela sim, mas como eu iria no casamento seria difícil. Então tomei isso como um "cara, não é hora de você ficar mandando indiretinhas" e falei: "Me dê seu número do celular que eu te ligo a hora que eu chegar" (até rimou, mas não foi essa que colou. Putz, rimou de novo? Já que bateu a fome irei comer ovo. Chega rs). Ela disse que “iria pensar ”. Aliás, as mulheres tem esse poder não é mesmo? Elas te respondem de um jeito que você não consegue afirmar que esse “talvez” é um Sim ou um Não. Você chega até a tirar a dúvida com um amigo para ver o que ele achou sobre isso e geralmente ninguém chega a conclusão nenhuma. Acho que elas combinam para todas serem iguais. Pelo menos isso justificaria a ida delas ao banheiro sempre juntas. Talvez nessas horas é que combinam como conspirar a vida de um pobre homem.
Saímos de lá com a promessa de que talvez eu receberia uma combinação de números que ao digitar num aparelho de telefone fixo ou móvel faria com o que o dela (móvel no caso) tocasse. Ao regressarmos à loja da minha mãe fiquei contando os minutos para que meu amigo chegasse e fui repassando essa informação para ela: “Você tem 25 minutos para me dar seu telefone, você tem 20 minutos e assim até que o Junião chegou. Para sair em grande estilo deferi à ela as seguintes palavras: “Parabéns Jéssica, você perdeu a grande chance de me dar seu telefone. Mais sorte na próxima vez”. E lá fui eu para o casório apadrinhar meus futuros afilhados Silvio e Lilian em uma festa regada de comes e bebes onde ninguém passou vontade a não ser eu que fiquei com vontade de ir assistir filme depois da festa. Festa essa regada de comes e bebes onde ninguém passou vontade a não ser eu que fiquei com vontade de ir assistir filme depois da festa. (que sensação de DèJá Vu)
Bom, esse foi o dia da primeira investida na baixinha de olhos verdes com um sorriso maravilhoso de nome Jéssica, que eu já falei para vocês, é a coisa mais linda que Deus pôde fazer (caramba, vou escrever uma música assim, vai dar sucesso. Não acham? rs). Na próxima oportunidade contarei o que rolou no dia seguinte, no seguinte, no outro dia e daí vai (ou vem) até o dia hoje. Contarei também quando dei um tiro no joelho dela e quando fisguei seu olho esquerdo com um anzol em dia de pesca amistosa rs. Como tenho recebido apoio pelo mundo todo, meus patrocinadores estão revisando o contrato do meu blog e disseram que tenho até o final do mês para comprovar que possuo uma audiência inteligente e fiel. Desde já agradeço a todos que deixaram recados. Os que não deixaram tudo bem, vocês vão morrer um dia rs.
Lá em cima, fotos do casório.
Até a próxima >>> Comments (3)
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